Em 25 -04, a Assessoria de direitos Humanos da Brigada Militar, participou da Audiência Pública na Assembléia Legislativa, onde foi tratado o Exame Criminológico feito pelos Psicólogos da Susepe.
Participaram da Audiência o Deputado Estadual Mike Breier Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, a Diretora da DTP-Susepe Ivarlete França, Defensor Público Miguel Seadi Jr, Promotor David Medina da Silva, Representante da Conselho Federal de Psicologia Ana Luiza Castro, Promotora de Justiça Cynthia Japper, Presidente do conselho Regional de Psicologia do RS Vera Pasini.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Dia da Solidariedade
Em (25-04), o Chefe da Assessoria de Direitos Humanos da Brigada Militar, Maj Franquilin e demais integrantes, participaram da reunião para a realização do Evento do Dia da Solidariedade, ficou acertado que no dia 21 de Maio das 10:00 as 17:00 hs ocorrerá o Evento, na usina do Gazômetro e imediações.
A Brigada Militar participará do Evento com a apresentação da Banda de Música, e com seus Projetos Sociais.CCJ Aprova Programa de Proteção a Defensores dos Direitos Humanos
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou há pouco o Projeto de Lei 4575/09, do Executivo, que institui o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos (PPDDH), no âmbito da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O programa pretende garantir proteção similar à de testemunhas em casos criminais aos defensores dos direitos humanos que estejam sendo ameaçados em sua atividade. O texto segue agora para análise do Plenário.
O relator, deputado Luiz Couto (PT-PB), manifestou parecer favorável à proposta. Ele propôs que, caso a medida seja transformada em lei, a norma passe a ser chamada de ?Lei Eduardo Valverde", em alusão ao ex-deputado que morreu recentemente em um acidente de trânsito e foi o autor do projeto original (PL 2980/04).
A reunião da CCJ ocorre no plenário 1.
Reportagem ? Luiz Claudio Pinheiro
Edição ? Marcelo Oliveira
FONTE: Agência Câmara de Notícias
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/195870-CCJ-APROVA-PROGRAMA-DE-PROTECAO-A-DEFENSORES-DOS-DIREITOS-HUMANOS.html
O relator, deputado Luiz Couto (PT-PB), manifestou parecer favorável à proposta. Ele propôs que, caso a medida seja transformada em lei, a norma passe a ser chamada de ?Lei Eduardo Valverde", em alusão ao ex-deputado que morreu recentemente em um acidente de trânsito e foi o autor do projeto original (PL 2980/04).
A reunião da CCJ ocorre no plenário 1.
Reportagem ? Luiz Claudio Pinheiro
Edição ? Marcelo Oliveira
FONTE: Agência Câmara de Notícias
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/195870-CCJ-APROVA-PROGRAMA-DE-PROTECAO-A-DEFENSORES-DOS-DIREITOS-HUMANOS.html
JORGE TERRA
INSTALADA ASSESSORIA DE DIREITOS HUMANOS DA BRIGADA MILITAR
Filed under: Uncategorized — jorgeterra @ 19:21
Tags: DIREITOS HUMANOS; MAJOR FRANQUILIN; BRIGADA MILITAR; POLÍCIA MILITAR
A cerimônia ocorreu na manhã desta segunda-feira (18), no auditório do Quartel do Comando Geral da BM, na presença de diversas autoridades da área
Designado pelo presidente da OAB/RS, Claudio Lamachia, o membro da Comissão de Direitos Humanos da entidade Rodrigo Puggina participou, na manhã desta segunda-feira (18), do ato de instalação da Assessoria de Direitos Humanos da Brigada Militar, realizado no auditório do Quartel do Comando Geral da BM. Dentre as atribuições da Assessoria, estão o trabalho pela consolidação dos Direitos Humanos dentro da corporação, o desenvolvimento de programas sociais preventivos de segurança pública e a sustentação de ambientes virtuais para a abertura de um canal de diálogo com a sociedade civil.
“A instalação desta assessoria é de grande relevância, porque demonstra que a Brigada Militar, que ainda é uma das maiores instituições violadora dos direitos humanos, especialmente pelas realidades com as quais lida direta e diariamente, se preocupa em trazer para si a responsabilidade de alterar essa condição”, avalia Puggina.
Em seu pronunciamento, o secretário estadual de Segurança Pública, Airton Aloísio Michels, destacou a importância do evento: “A adesão a esta luta histórica dos Direitos Humanos é um dos eventos mais importantes para a Secretaria de Segurança e para a segurança pública.”
O comandante-geral da BM, Sérgio Roberto de Abreu, citou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão francesa, de 1789, para afirmar a importância da instalação da assessoria: “O texto marca a valorização dos Direitos Humanos, especialmente os direitos básicos do cidadão, como a garantia da vida, da integridade física, do acesso à Justiça, o direito de se defender. Certamente é preciso que haja uma força pública que esteja sintonizada com estes objetivos da Declaração francesa”.
Mais informações sobre o novo órgão podem ser encontradas no blog http://www.direitoshumanosbm.blogspot.com/
fonte: OAB/RS
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Tags: DIREITOS HUMANOS; MAJOR FRANQUILIN; BRIGADA MILITAR; POLÍCIA MILITAR
A cerimônia ocorreu na manhã desta segunda-feira (18), no auditório do Quartel do Comando Geral da BM, na presença de diversas autoridades da área
Designado pelo presidente da OAB/RS, Claudio Lamachia, o membro da Comissão de Direitos Humanos da entidade Rodrigo Puggina participou, na manhã desta segunda-feira (18), do ato de instalação da Assessoria de Direitos Humanos da Brigada Militar, realizado no auditório do Quartel do Comando Geral da BM. Dentre as atribuições da Assessoria, estão o trabalho pela consolidação dos Direitos Humanos dentro da corporação, o desenvolvimento de programas sociais preventivos de segurança pública e a sustentação de ambientes virtuais para a abertura de um canal de diálogo com a sociedade civil.
“A instalação desta assessoria é de grande relevância, porque demonstra que a Brigada Militar, que ainda é uma das maiores instituições violadora dos direitos humanos, especialmente pelas realidades com as quais lida direta e diariamente, se preocupa em trazer para si a responsabilidade de alterar essa condição”, avalia Puggina.
Em seu pronunciamento, o secretário estadual de Segurança Pública, Airton Aloísio Michels, destacou a importância do evento: “A adesão a esta luta histórica dos Direitos Humanos é um dos eventos mais importantes para a Secretaria de Segurança e para a segurança pública.”
O comandante-geral da BM, Sérgio Roberto de Abreu, citou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão francesa, de 1789, para afirmar a importância da instalação da assessoria: “O texto marca a valorização dos Direitos Humanos, especialmente os direitos básicos do cidadão, como a garantia da vida, da integridade física, do acesso à Justiça, o direito de se defender. Certamente é preciso que haja uma força pública que esteja sintonizada com estes objetivos da Declaração francesa”.
Mais informações sobre o novo órgão podem ser encontradas no blog http://www.direitoshumanosbm.blogspot.com/
fonte: OAB/RS
Comissão conhece objetivos da Assessoria de Direitos Humanos do comando da BM
Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul - 30 de Março de 2011
Major Franquilin Pereira apresentou objetivos da Assessoria aos parlamentares A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH), durante reunião ordinária na manhã desta quarta-feira (30), aprovou requerimento de audiência pública da deputada Miriam Marroni (PT) para debater o tema Jovem, Trânsito e Drogas. O órgão técnico também aprovou moção de repúdio às declarações preconceituosas emitidas pelo deputado federal do Partido Progressista do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro, em entrevista à programa de TV na última segunda-feira..
Jeferson quer o fim das relações autoritárias na Brigada
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A moção de repúdio foi sugerida pelo deputado Luciano Azevedo (PPS). O presidente da CCDH, deputado Miki Breier (PSB), encaminhará o documento ao Congresso Nacional. A declaração será elaborada pela CCDH e conterá a assinatura dos integrantes do órgão técnico, e tem o intuito de repudiar qualquer tipo de manifestação de intolerância, principalmente vinda de um parlamentar.
No período de Assuntos Gerais, o major Paulo Cesar Franquilin Pereira, chefe da Assessoria de Direitos Humanos do Gabinete do Comandante-Geral da Brigada Militar, apresentou os objetivos de trabalho da recém-criada assessoria.
Reunião
O deputado Luciano convidou os parlamentares para a cerimônia de instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio que acontece às 13 horas no Gabinete da Presidência.
A deputada Miriam Marroni cumprimentou o comando da Brigada Militar pela criação da Assessoria de Direitos Humanos do Gabinete do Comandante Geral da Brigada Militar. A parlamentar destacou que a iniciativa é importante para que ocorra uma mudança cultural arraigada naquela instituição.
O deputado Jeferson Fernandes (PT) relatou seu diálogo com o Comandante Geral da Brigada Militar e sublinhou que a iniciativa da criação da Assessoria de Direitos Humanos expressa a vontade de desenvolver um trabalho focado nos Direitos Humanos, tanto para fora da corporação, quanto nas suas relações internas da instituição.
Assessoria de Direitos Humanos da BM
Ao descrever as atividades a serem desenvolvidas pela assessoria, o major Franquilin Pereira destacou a realização de seminários de capacitação para policiais militares, iniciando pela Região Metropolitana e, posteriormente, estendendo-se a todo o Estado. "Na grade curricular da Polícia Militar a formação em Direitos Humanos já está sendo trabalhada há mais de 15 anos. Vamos buscar sanar eventuais problemas e divulgar os direitos humanos dentro da corporação.
Outras ações destacadas foram a continuidade do Proerd; instalação de Territórios da Paz; parcerias com projetos sociais; e cursos de capacitação em Direitos Humanos para grupos mirins, entre outras. A Assessoria de Direitos Humanos já acompanha os casos de assassinato de um jovem boxeador e de violência policial envolvendo um estudante baiano da Unipampa de Jaguarão.
Presenças
Participaram da reunião desta manhã os deputados Marlon Santos (PDT), Jeferson Fernandes (PT), Ana Affonso (PT), Miriam Marroni (PT), Luciano Azevedo (PP) e Zilá Breitenbach (PSDB).
Autor: Sheyla Scardoelli - MTB 6727
Major Franquilin Pereira apresentou objetivos da Assessoria aos parlamentares A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH), durante reunião ordinária na manhã desta quarta-feira (30), aprovou requerimento de audiência pública da deputada Miriam Marroni (PT) para debater o tema Jovem, Trânsito e Drogas. O órgão técnico também aprovou moção de repúdio às declarações preconceituosas emitidas pelo deputado federal do Partido Progressista do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro, em entrevista à programa de TV na última segunda-feira..
Jeferson quer o fim das relações autoritárias na Brigada
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A moção de repúdio foi sugerida pelo deputado Luciano Azevedo (PPS). O presidente da CCDH, deputado Miki Breier (PSB), encaminhará o documento ao Congresso Nacional. A declaração será elaborada pela CCDH e conterá a assinatura dos integrantes do órgão técnico, e tem o intuito de repudiar qualquer tipo de manifestação de intolerância, principalmente vinda de um parlamentar.
No período de Assuntos Gerais, o major Paulo Cesar Franquilin Pereira, chefe da Assessoria de Direitos Humanos do Gabinete do Comandante-Geral da Brigada Militar, apresentou os objetivos de trabalho da recém-criada assessoria.
Reunião
O deputado Luciano convidou os parlamentares para a cerimônia de instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio que acontece às 13 horas no Gabinete da Presidência.
A deputada Miriam Marroni cumprimentou o comando da Brigada Militar pela criação da Assessoria de Direitos Humanos do Gabinete do Comandante Geral da Brigada Militar. A parlamentar destacou que a iniciativa é importante para que ocorra uma mudança cultural arraigada naquela instituição.
O deputado Jeferson Fernandes (PT) relatou seu diálogo com o Comandante Geral da Brigada Militar e sublinhou que a iniciativa da criação da Assessoria de Direitos Humanos expressa a vontade de desenvolver um trabalho focado nos Direitos Humanos, tanto para fora da corporação, quanto nas suas relações internas da instituição.
Assessoria de Direitos Humanos da BM
Ao descrever as atividades a serem desenvolvidas pela assessoria, o major Franquilin Pereira destacou a realização de seminários de capacitação para policiais militares, iniciando pela Região Metropolitana e, posteriormente, estendendo-se a todo o Estado. "Na grade curricular da Polícia Militar a formação em Direitos Humanos já está sendo trabalhada há mais de 15 anos. Vamos buscar sanar eventuais problemas e divulgar os direitos humanos dentro da corporação.
Outras ações destacadas foram a continuidade do Proerd; instalação de Territórios da Paz; parcerias com projetos sociais; e cursos de capacitação em Direitos Humanos para grupos mirins, entre outras. A Assessoria de Direitos Humanos já acompanha os casos de assassinato de um jovem boxeador e de violência policial envolvendo um estudante baiano da Unipampa de Jaguarão.
Presenças
Participaram da reunião desta manhã os deputados Marlon Santos (PDT), Jeferson Fernandes (PT), Ana Affonso (PT), Miriam Marroni (PT), Luciano Azevedo (PP) e Zilá Breitenbach (PSDB).
Autor: Sheyla Scardoelli - MTB 6727
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Direitos Humanos é pauta em comum da PGE e da BM
Extraído de: Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul - 19 de Abril de 2011
O tema Direitos Humanos fortaleceu a parceria entre Procuradoria-Geral do Estado e Brigada Militar e foi pauta da reunião-almoço entre o Procurador-Geral do Estado, Dr. Carlos Henrique Kaipper, o Presidente da Comissão de Direitos Humanos da PGE, Dr. Carlos Cesar D'Elia, os integrantes da Comissão Dr. Ernesto Diel, Dr. Sílvio Jardim, Dr. Juliano Heinen, Dr. Geraldo Feix, Dr. Roque Marino Pasternak e o Comandante-Geral da BM, Cel. Sérgio Roberto de Abreu, nesta terça-feira (19), no Quartel General da BM.
As novas administrações são reconhecidas pelas ações em favor da defesa dos Direitos Humanos. O exemplo mais recente foi a instalação, pela BM, da Assessoria de Direitos Humanos, nessa segunda-feira (18). A PGE também fortaleceu a área de DH quando determinou a posse dos membros da sua Comissão de Direitos Humanos na data em que os 46 anos da Instituição eram comemorados.
Após o almoço, foi feita visita às instalações do Comando, especialmente ao espaço destinado à Assessoria de Direitos Humanos.
Participaram do almoço também o Subcomandante-Geral da BM, Cel. Altair de Freitas Cunha, o Chefe do Estado Maior, Cel. Valmor Araújo de Mello, e o Chefe da Assessoria de Direitos Humanos da BM, Major Paulo Cesar Franquilin Pereira.
O tema Direitos Humanos fortaleceu a parceria entre Procuradoria-Geral do Estado e Brigada Militar e foi pauta da reunião-almoço entre o Procurador-Geral do Estado, Dr. Carlos Henrique Kaipper, o Presidente da Comissão de Direitos Humanos da PGE, Dr. Carlos Cesar D'Elia, os integrantes da Comissão Dr. Ernesto Diel, Dr. Sílvio Jardim, Dr. Juliano Heinen, Dr. Geraldo Feix, Dr. Roque Marino Pasternak e o Comandante-Geral da BM, Cel. Sérgio Roberto de Abreu, nesta terça-feira (19), no Quartel General da BM.
As novas administrações são reconhecidas pelas ações em favor da defesa dos Direitos Humanos. O exemplo mais recente foi a instalação, pela BM, da Assessoria de Direitos Humanos, nessa segunda-feira (18). A PGE também fortaleceu a área de DH quando determinou a posse dos membros da sua Comissão de Direitos Humanos na data em que os 46 anos da Instituição eram comemorados.
Após o almoço, foi feita visita às instalações do Comando, especialmente ao espaço destinado à Assessoria de Direitos Humanos.
Participaram do almoço também o Subcomandante-Geral da BM, Cel. Altair de Freitas Cunha, o Chefe do Estado Maior, Cel. Valmor Araújo de Mello, e o Chefe da Assessoria de Direitos Humanos da BM, Major Paulo Cesar Franquilin Pereira.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Comandante Geral recebe Procurador do Estado e Comissão de Direitos Humanos da PGE
Em (19-04), o Comandante Geral, Cel Sergio recebeu em seu gabinete o Procurador Geral do Estado Dr Carlos Henrique Caipper, o Dr Carlos César D'elia, Coord. Comissão DH PGE e Dr Ernesto Diel, Dr Silvio Jardiim, Dr Juliano Heinen, Dr Geraldo Feix e o Dr Roque Mariano Pasternak e integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Procuradoria Geral do Estado.
Após a reunião todos foram almoçar no refeitório do QCG.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
ADH e CVV firmam parceria para divulgação do telefone 141 - Apoio Emocional
Na tarde de quarta feira (18/04), os voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV), visitaram o Sr. Comandante da Brigada Militar, Coronel Sérgio, momento em que firmaram parceria entre a entidade e a Brigada Militar através da Assessoria de Direitos Humanos, para a divulgação do telefone de atendimento 141 - Apoio Emocional. http://www.cvv.org.br/
Instalação da Assessoria de Direitos Humanos
Na manhã da segunda-feira (18/4), no Auditório do Quartel do Comando-Geral da Brigada Militar, em Porto Alegre, aconteceu a cerimônia de instalação da Assessoria de Direitos Humanos.
A sessão, vinculada ao Gabinete do Comando-Geral da Brigada Militar, tendo como Chefe o major Paulo Cesar Franquilin Pereira.
Esteve presente no evento, representando o Tribunal de Justiça, o Desembargador Humberto Subbrack, representando o Procurador Geral de Justiça, o Procurador e Ouvidor do Ministério Público, Luiz Cláudio Varela Coelho, representando a Procuradoria Geral do Estado, o Presidente da Comissão dos Direitos Humanos da PGE, Dr. Carlos Cesar D’elia, o Secretário de Estado da Segurança Pública, Airton Michels, o Comandante-Geral da BM, cel Sérgio Roberto de Abreu, o membro titular da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, deputado Edegar Pretto e o Subchefe da Polícia Civil, Delegado Ênio Gomes de Oliveira.
O major Franquilin apresentou, aos presentes na cerimônia, as atividades desempenhadas pela Assessoria.
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Ministério Público
ADH BM participa de Audiência Pública
| ADH participa de audiência publica que debateu sistema carcerário do RS |
| Data: 13.04.11 |
O evento ocorreu na manhã desta quarta-feira (13), no Teatro Dante Barone da ALRS, e reuniu parlamentares, advogados, representantes do Judiciário e entidades ligadas ao tema O Chefe da Assessoria de Direitos Humanos, Maj Franquilin participou, na manhã desta quarta-feira (13), da audiência publica que debateu o sistema carcerário do RS. O evento ocorreu no Teatro Dante Barone e reuniu parlamentares, advogados, representantes do Judiciário e entidades ligadas ao tema, como a Acriergs ? Associação dos Advogados Criminalistas do RS, que esteve representada por seus presidente e vice, Morel de Assis Filho e Cesar Peres. A Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS esteve representada por seu membro, Roque Reckziegel. O Deputado Miki Breier, Presidente da Comissão de Cidadadania e Direitos Humanos destacou a diversidade de visões expostas sobre o sistema prisional e a necessidade da quebra de alguns mitos que ainda povoam a nossa sociedade sobre a questão. "Precisamos continuar refletindo sobre a questão da superlotação dos presídios, que não é só a questão da falta de vagas, mas toda uma avaliação sobre quem de fato está ou deveria estar preso e de como a sociedade trata as pessoas que hoje estão cumprindo pena e que voltarão ao convívio social dentro de alguns anos", avaliou. O deputado Jeferson Fernandes (PT) pediu que o tema seja tratado com a máxima lucidez, sem que se perca a indignação diante do quadro atual dos sistemas prisionais gaúcho e brasileiro. Demais Manifestações O coordenador do Mutirão Carcerário no Rio Grande do Sul, Douglas de Melo Martins, apresentou alguns dados já recolhidos no sistema prisional gaúcho. Para ele, os operadores de justiça e entidades possuem visões diferentes sobre o tema, mas é necessário o respeito às diferenças para que haja uma evolução da situação. Douglas relatou que, durante as visitas às casas prisionais gaúchas, verificou-se a precariedade estrutural e a corrupção de agentes públicos, mas também boas práticas, que poderiam ser copiadas pelo sistema, como apenados trabalhando. Uma das constatações feitas por ele é que o número de prisões efetuadas não guardam relação com aumento ou diminuição dos índices de violência e nem interferem na sensação de segurança da sociedade. Para o coordenador, não basta somente pensar em zerar o déficit de vagas no sistema prisional, mas repensar todo o sistema. Miguel Seadi Júnior, representante da Defensoria Pública, defendeu a necessidade de um mutirão permanente, pois o apenado, quando se encontra numa casa prisional para cumprir sua pena, deixa de ser um criminoso e passa a ser um sujeito de direito. "O Estado retira a liberdade, mas não pode retirar os outros direitos humanos inerentes à pessoa", frizou. Ele salientou que todo este reflexo que se verifica no Rio Grande do Sul não é pela falta de vagas nos presídios e perguntou se temos a necessidade de termos 30 mil presos aqui e se todos que estão aprisionados mereceriam estar lá. "Será que não estamos retroalimentando o sistema ao invés de diminuir o número de presos? Não é esta a função do Estado. A função do Estado é evitar que as pessoas estejam lá, é evitar que se tenha que abrir vagas ao invés de fazer colégios. E isso é simples, basta olharmos as pessoas que estão lá como sujeitos de direito", defendeu. Para o desembargador e representante do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, José Aquino de Camargo, a questão é um objetivo estratégico da entidade. "É preciso que se entenda esta questão dos presídios como uma questão de Estado. Ela não é simplesmente uma questão de governo e não pode prescindir de políticas públicas", sublinhou. Gerson Triesleben, superintendente dos Serviços Penitenciários (Susepe), fez referência a uma carta de 1824 que relatava as precárias condições da cadeia velha de Porto Alegre, demonstrando que o sistema prisional atual padece de velhos vícios jamais sanados. "É impossível pensar em ressocialização e fazer com que estas pessoas que estão no sistema retornem melhores para a sociedade com a atual circunstância que encontramos", avaliou. Ele destacou os esforços do atual governo para aumentar o número de vagas nas casas prisionais, mas também para qualificar o trabalho desenvolvido pelo Poder Público junto à população carcerária no Rio Grande do Sul. O promotor de Justiça Gilmar Bortolotto sustentou que o sistema prisional atual é reflexo daquilo que a sociedade deseja. "O que não podemos permitir é que essa forma de pensar se transforme em política pública", afirmou. Para Bortolotto, todos nós somos responsáveis pelo sistema carcerário que possuímos. Participaram do debate os deputados Adolfo Brito (PP), Álvaro Boessio (PMDB), Alexandre Postal (PMDB), Ana Affonso (PT), Miriam Marroni (PT), Adão Pretto (PMDB), Jeferson Fernandes (PT), Zilá Breitenbach (PSDB), Marlon Santos (PDT), além de representantes do Conselho Nacional de Justiça, Conselho Nacional do Ministério Público, Tribunal de Justiça do RS, Ministério Público RS, Secretaria Estadual da Segurança Pública, Defensoria Pública, entre outras instituições ligadas ao tema dos direitos humanos. Saiba mais O Mutirão Carcerário é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça, em parceria com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), e tem por objetivo fazer um relato do funcionamento do sistema de justiça criminal, revisar as prisões, implantar o Projeto Começar de Novo e, ao final, no relatório dos trabalhos, construir proposições destinadas aos órgãos que compõem o sistema de justiça criminal, visando ao seu aperfeiçoamento. A linha de atuação dos mutirões carcerários assenta-se em três eixos: efetividade da justiça criminal - diagnóstico das varas criminais e de execução penal; garantia do devido processo legal - revisão das prisões; e reinserção social - Projeto Começar de Novo. |
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