terça-feira, 24 de julho de 2012

BRIGADA MIRIM DO 1º BPAF REALIZA GINCANA CAIPIRA

Neste sábado (21/07), ás 14h00, na sede do 1º BPAF, em Uruguaiana, integrantes da Brigada Mirim participaram de uma gincana caipira.O evento contou com várias brincadeiras como corrida do saco, ovo na colher, corrida do balão, derrubar garrafas com a bola, cama elástica além de uma farta praça de alimentação para as crianças que participaram da festa, que teve como objetivo principal a integração entre os integrantes dos pelotões que compõe o Projeto Brigada Mirim e seus familiares que acabaram participando das brincadeiras. 







ADH RECEBE VISITA DA Srª SANDRA MACIEL COORDENADORA DO COMPPIR

No dia 24 de julho de 2012, o Major Ney Humberto Fagundes Medeiros, respondendo pela chefia da Assessoria de Direitos Humanos do Gabinete do Comandante Geral da Brigada Militar, e a Sd Luciana Andrade, Assessora de Direitos Humanos, receberam a Srª Sandra Helena Figueiredo Maciel, Coordenadora do COMPPIR (Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial).
Assunto tratado: organização do Curso de Capacitação de Combate ao Racismo Institucional na  Brigada Militar.


GOVERNO DO ESTADO INVESTE EM OBRAS E CURSOS PROFISSIONALIZANTES NA FASE

Disposto a qualificar o trabalho da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) e aperfeiçoar a ressocialização dos adolescentes, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), vem investindo em reformas na estrutura e na profissionalização. Até o dia 1º de agosto, será definida a empresa que fará as obras nas unidades Carlos Santos e POA I e assinado o contrato para início imediato das reformas emergenciais nas duas casas.

A partir da assinatura, a empreiteira terá 180 dias para concluir as obras na Carlos Santos e 90 dias na POA I. "Desde que assumimos, verificamos que essas unidades precisavam de reformas e as solicitamos à Secretaria de Obras Públicas", afirma o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, que assumiu a pasta em janeiro de 2011. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 2,6 milhões na recuperação das duas casas com recursos próprios do Estado. 

Na unidade Carlos Santos, serão reformados os dormitórios, banheiros e rede de esgoto, além da resolução dos problemas de infiltração e da rede elétrica, em um investimento de R$ 2,07 milhões. Já na unidade POA I, serão gastos R$ 521 mil para a construção de novos banheiros, readequação dos espaços físicos e reforma da rede de esgoto. 

Empréstimo do BID 

A Secretaria também está captando um financiamento de US$ 56 milhões com o Banco Interamericano deDesenvolvimento (BID) para investir na construção de novas unidades. Do total do empréstimo, US$ 28 milhões serão usados para a construção de quatro casas - duas na Região Metropolitana, uma em Santa Cruz do Sul e uma em Osório - e para um centro de profissionalização, provavelmente no Morro Santa Tereza, em Porto Alegre. As obras devem começar em 2013, quando o dinheiro começa a ser liberado pelo BID, uma vez que a Secretaria está cumprindo os trâmites burocráticos com o banco sobre o financiamento. 


Equipe do BID detalhou projetos do financiamento durante uma semana com a SJDH em junho

Cursos profissionalizantes


O centro de profissionalização servirá para abrigar os cursos profissionalizantes oferecidos a todos os adolescentes da Fase, visto pelo secretário Fabiano como medida fundamental no processo de ressocialização e reinserção desses jovens na sociedade e no mercado de trabalho. Atualmente, 60% dos adolescentes da Fase estão realizando algum dos inúmeros cursos profissionalizantes ou estágios oferecidos pela fundação. Isso ocorre graças aos convênios firmados entre a SJDH com órgãos públicos como o Banrisul, CEEE e Corsan, empresas privadas e entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). 

Por meio da Lei de Aprendizagem,os adolescentes recebem uma renda inicial de meio salário mínimo e carteira assinada. A parceria com o CIEE é inédita no país, pois, pela primeira vez, os cursos são ministrados dentro das unidades para os adolescentes que não podem deixar as casas.
Além disso, a fundação tem parcerias com empresas privadas para os jovens trabalharem, como a Marisol, em Novo Hamburgo, e a Oceano Bike, em Santo Ângelo. A meta é que até o final do ano 100% dos internos estejam realizando algum curso ou estejam em estágio. "Até o final de 2012, nenhum dos adolescentes das unidades estarão no ócio. Não queremos que eles saiam como um ex-Fase, mas sim, como um pintor ou um técnico em informática", exemplificou o secretário Fabiano. 

Concurso público 

Também como medida para melhorar as condições da Fase, o Governo do Estado abrirá concurso público, no mês de agosto, para amenizar o déficit de servidores, que hoje é de 765. Desde 2002, a fundação não realiza concurso.
Justiça Restaurativa 

A SJDH também tem ações voltadas à ressocialização dos jovens por meio do projeto da Justiça Restaurativa. Nas unidades, são realizados círculos de compromissos com os adolescentes e familiares para restabelecer o vínculo social. A Justiça Restaurativa também será usada como medida de prevenção.
O projeto será implementado nos bairros Rubem Berta, Lomba do Pinheiro, Restinga e Cruzeiro, na Capital, e nas cidades de Viamão e Alvorada, e executado pelos Centros POD Juventude, espaços para oficinas de lazer, cultura, esporte, além de cursos profissionalizantes. Por meio doprocesso, busca-se a resolução pacífica de conflitos dentro da própria comunidade, evitando assim que novos processos cheguem ao Poder Judiciário. Integrantes da comunidade são capacitados para atuarem como mediadores dos casos.

http://www.sjdh.rs.gov.br/index.php?model=conteudo&menu=1&id=1122&pg

ENCONTRO ACBANTU: QUATRO ANOS ARTICULANDO REDES E FORTALECENDO COMUNIDADES

Letra do "Hino à Negritude", de autoria do Professor Eduardo de Oliveira( in memoria ):

Hino à Negritude

I
Sob o céu cor de anil das Américas
Hoje se ergue um soberbo perfil
É uma imagem de luz
Que em verdade traduz
A história do negro no Brasil
Este povo em passadas intrépidas
Entre os povos valentes se impôs
Com a fúria dos leões
Rebentando grilhões
Aos tiranos se contrapôs
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez

II
Levantado no topo dos séculos
Mil batalhas viris sustentou
Este povo imortal
Que não encontra rival
Na trilha que o amor lhe destinou
Belo e forte na tez cor de ébano
Só lutando se sente feliz
Brasileiro de escol
Luta de sol a sol
Para o bem de nosso país
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez

III
Dos Palmares os feitos históricos
São exemplos da eterna lição
Que no solo Tupi
Nos legara Zumbi
Sonhando com a libertação
Sendo filho também da Mãe-África
Arunda dos deuses da paz
No Brasil, este Axé
Que nos mantém de pé
Vem da força dos Orixás
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez

IV
Que saibamos guardar estes símbolos
De um passado de heróico labor
Todos numa só voz
Bradam nossos avós
Viver é lutar com destemor
Para frente marchemos impávidos
Que a vitória nos há de sorrir
Cidadãs, cidadãos
Somos todos irmãos
Conquistando o melhor por vir
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História

São galardões aos negros de altivez
(bis)
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segunda-feira, 23 de julho de 2012

FORMATURA DO BRIGADA MIRIM DO 2º RPMON EM SANTANA DO LIVRAMENTO

Realizou-se no dia 20/07/2012 nas dependências da Unipampa a Formatura do PM Mirim do 2ºRPMon, que contou com a presença de inumeras autoridades.







CURSO DE FORMAÇÃO DE INSTRUTORES DO PROERD EM SANTANA DO LIVRAMENTO

       Deu inicio no dia de hoje 23/07/2012, mais uma edição do Curso de Instrutores Proerd, que será realizado na cidade de Santana do Livramento nas próximas duas semanas com a participação de militares de várias cidades da Região Fronteira Oeste e dois Policiais do Pais vizinho o Uruguai.




MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS PELA VIDA, CONTRA A VIOLÊNCIA.


MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS

Pela vida, Contra a Violência

 


NOTA DO MNDH-MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS SOBRE A CRÍTICA DA ANISTIA INTERNCIONAL AO  RELATÓRIO  DE REVISÃO PERIÓDICA UNIVERSAL DA ONU SOBRE DIREITOS HUMANOS

A Anistia Internacional divulgou a Revisão Periódica Universal (RPU) da ONU, do período de maio-junho de 2012, com um balanço dos direitos humanos no Brasil.
            Sobre este relatório, o Movimento Nacional de Direitos Humanos, destaca e recomenda o seguinte:
O texto expõe, novamente, o Estado Brasileiro como protagonista na violação de direitos humanos no país. Seja através de sua força militarizada, ou pelo discurso de desenvolvimento e progresso, o Estado Brasileiro inclina sua preferência aos setores mais ricos da sociedade, com maior trânsito nas altas instâncias da esfera executiva, legislativa e judiciária, se omitindo, ou, fazendo pesar sua mão sobre as populações ás margens do capitalismo. 
Destaca-se no RPU a omissão do Governo Brasileiro na implementação e consolidação de políticas em direitos humanos, expressa na demora para a criação de legislação específica, como no caso do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, e na constituição do Conselho Nacional de Direitos Humanos; omissão na produção e divulgação de dados e estatísticas para monitorar a avaliar o cumprimento de normas internacionais de direitos humanos; e deficiência de acesso a justiça, comprovando recorrentemente que nosso sistema de justiça criminal permanece discriminatório.
O relatório noticia ainda a faceta mais perversa do Estado Brasileiro que se expressa nas circunstâncias onde a brutalidade e violência de agentes institucionais são desproporcionais frente as resistência. Os relatos de violência e tortura em prisões vêm crescendo juntamente com o número de confinados no país, amparado por uma opinião pública punitiva, formada pela mídia sensacionalista. As operações policiais de caráter militar produzem centenas de vítimas que, não coincidentemente, possuem sempre as mesmas condições de pobreza e marginalidade, seja nos centros urbanos, seja na área rural.  Os grupos de extermínio, formado em sua maioria por policiais fora de serviço, têm expandido seu domínio territorial e econômico, além de fortalecer suas bases político-eleitorais em suas comunidades.
De maneira geral, são as inúmeras minorias ao redor do país que mais sofrem violações de direitos humanos.  Tanto na falta de acesso aos serviços públicos básicos, como na violação direta ao direito a vida e a moradia. Com o crescimento de investimento em grandes obras de infra-estrutura e dos mega-empreendimentos, somados aos mega-eventos nos próximos anos, o Estado Brasileiro se fortalece pelo discurso desenvolvimentista, porém omite os custos sociais que essas ações têm trazido. Custos esses divididos exclusivamente pelas comunidades indígenas afetadas pela construção de usinas como Belo Monte, pelas comunidades carentes removidas violentamente para a especulação imobiliária e pelos mega-eventos, por trabalhadores rurais constantemente mortos por interesses de ruralistas, por comunidades quilombolas expulsas de seus territórios, e por tantos outros grupos que não possuem a força necessária para garantir seus direitos.
A imagem de centenas de pessoas alinhadas com armas improvisadas em punho para defender sua moradia em Pinheirinhos demonstra, por um lado, a grande desigualdade de forças no campo de lutas sociais, uma vez que parece nos restar somente a alternativa de juntar os poucos e precários recursos que o Estado Brasileiro disponibiliza para a proteção e promoção de direitos humanos no país e continuar em uma frente de luta desigual. Porém, por outro lado, essa imagem também expõem toda potência de vida que persiste em existir, se movimentar, compartilhar, se solidarizar, se unir e lutar. No mesmo ritmo que crescem as violações no Brasil, cresce também a visibilidade, por meio de mídias alternativas, de diferentes lutas. Uma vez assumindo as diferenças, mas reconhecendo nos direitos humanos universais uma causa em comum a todos, torna-se imprescindível que a sociedade civil brasileira se mobilize ainda mais para a garantia de voz a todos os povos, todas as culturas, a garantia de vida a todo brasileiro e estrangeiro que aqui escolhe viver. Se o Estado brasileiro persiste em se omitir, ou mesmo ser o agressor, em nome do desenvolvimento dito econômico do país, é responsabilidade da sociedade civil se articular e se mobilizar em prol de todos aqueles que estão sendo violentados.
Para tanto, destaca-se algumas exigências ao Estado Brasileiro expostos no RPU que nós da sociedade civil devemos divulgar e exigir do Estado brasileiro, por todos os meios possíveis. Sabemos que, quando necessário, os poderes legislativo, judiciário e executivo do Brasil são enérgicos em cumprir interesses particulares, tendo como exemplo a rapidez de apresentar autorizações para empreendimentos lucrativos (como Belo Monte, CSA e Porto do Açu), na votação de legislações duvidosas (como o novo Código Florestal e a legislação específica para a Copa do Mundo), na execução de ordens de despejo ilegais (como Pinheirinhos), e tanto outros exemplos. Que essa imensa vontade política seja o parâmetro para o cumprimento imediato das seguintes medidas:
·      Garanta que as autoridades federais e estaduais trabalhem de modo mais eficiente na produção de dados, estatísticas e relatórios regulares sobre direitos humanos, a fim de permitir uma melhor elaboração e avaliação de políticas e legislações;
·      Aprove legislação confirmando o status oficial do Programa Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos;
·      Tome medidas para melhorar as condições prisionais, de acordo com o compromisso assumido pelo País por ocasião da revisão anterior.

Com relação aos crimes do passado
·      Assegure que a Comissão da Verdade conte com mandato apropriado, que tenha independência e que disponha dos recursos necessários para garantir que as vítimas de violações perpetradas pelo regime militar (1964-1985) tenham pleno acesso à justiça, bem como à verdade e à reparação;
·      Acate integralmente a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso Julia Gomes Lund e Outros, sobretudo no que se refere à Lei 6.883/79 (Lei da Anistia), a fim de possibilitar ações penais relativas a atos de tortura e a execuções extrajudiciais, e de garantir que as vítimas de violações dos direitos humanos e seus familiares tenham pleno acesso à justiça.

Com relação à Convenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes e seu Protocolo Facultativo:
·      Conclua as iniciativas no sentido de estabelecer mecanismos preventivos, em âmbito nacional e estadual, de modo que todos os estados criem e implementem legislação necessária a esse processo, garantindo que tais mecanismos funcionem de acordo com os Princípios de Paris, e que contem com financiamento integral e independente a fim de que possam ser eficazes;
·      Apresente seu segundo relatório periódico ao Comitê contra a Tortura, atento ao fato de que o relatório inicial foi apresentado há 11 anos;
·      Concorde em publicar o relatório do Subcomitê para a Prevenção da Tortura, elaborado a após sua visita ao País, em setembro de 2011.

Com relação à segurança pública:
·      Adote a legislação necessária para fazer com que todas as mortes provocadas pela polícia sejam registradas e investigadas de acordo com a legislação e normas internacionais de direitos humanos; proibida através de letra de lei que homicídios cometidos por policiais sejam registrados como "autos de resistência"; garanta que todas as cenas de crimes sejam devidamente preservadas, a fim de que as equipes de perícia criminal possam ter independência da polícia; e crie um sistema nacional de registros para assegurar efetiva fiscalização em todo o País;
·      Investigue e processe suspeitos de atos criminosos cometidos no âmbito do serviço policial, e adote a tão aguardada legislação que permitirá a federalização das investigações e julgamentos de atividades de milícias e de grupos de extermínio, assim como a caracterização de tais grupos como criminosos;
·      Assegure a proteção das pessoas que denunciam, investigam e julgam crimes cometidos por policiais, e conduza investigações exaustivas sobre os assassinatos e ameaças contra as pessoas que conduzem tais investigações.

Com relação aos povos indígenas:
·      Garanta que os povos indígenas sejam capazes de defender o direito constitucional a suas terras ancestrais sem sofrer discriminações, privações, ameaças, ataques e assassinatos;
·      Implemente de modo integral os requerimentos expressos na Constituição de 1988, para demarcar e homologar as terras indígenas;
·      Estabeleça mecanismos e procedimentos, em consulta com os povos indígenas e conforme as normas internacionais de direitos humanos, a fim de garantir que estes exerçam seu direito a uma consulta livre, prévia e informada antes que sejam iniciados projetos que possam afetar direitos indígenas;
·      Cumpra as promessas feitas pelo Brasil na ocasião de sua eleição ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, de acatar e fortalecer o Sistema Interamericano de Direitos Humanos. 

Com relação ao acesso à terra e à moradia:
·      Dedique-se a solucionar a difícil situação de indivíduos e comunidades que têm de lutar por acesso à terra e pela garantia do direito à posse nas áreas rurais, protegendo-os contra remoções  forçadas, intimidações, ameaças e assassinatos;
·      Cumpra com suas obrigações em virtude do Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, das legislações municipais e da Constituição Federal, as quais determinam informar os moradores, de modo pleno, prévio e oportuno, sobre as propostas governamentais que afetem suas comunidades, engajando-se em negociações genuínas com a comunidade a fim de examinar todas as alternativas as remoções, e, mesmo quando estas se fizerem necessárias, oferecendo indenizações integrais ou moradias alternativas adequadas próximas à comunidade em que vivem.

O Movimento Nacional de Direitos Humanos, articulação política e institucional em nível nacional, que congrega centenas de entidades na área de direitos humanos no Brasil, conclama a todos e todas para exigir e monitorar o cumprimento destas recomendações, com vistas à construção de uma sociedade mais justa e fraterna, que respeite os Direitos Humanos como valor indispensável para a democracia e o Estado de Direito constitucionalmente declarados.
Brasília, maio de 2012
COORDENAÇÃO NACIONAL
MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS

domingo, 22 de julho de 2012

25ª D.A.R.E. CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE TREINO PROERD

No dia 22 de julho de 2012, embarcaram para os Estados Unidos, o Cel Flávio da Silva Lopes, Comandante do CRPO/Sul, Cap Letícia Dall'Igna, Adjunta de Direitos Humanos, da Assessoria de Direitos Humanos do Gabinete do Comandante Geral, 1º Ten Carlos Alberto de Almeida Dias servindo atualmente na Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e a Sd Joseane da Silva Novo, do CRPO/Sul. Os Oficiais e praça representarão o Centro Mercosul de Formação PROERD na 25ª Conferência Internacional de Treinamento PROERD, que se realizará este ano, de 24 a 26 de julho, na Cidade de Atlanta, Georgia. 






 

sábado, 21 de julho de 2012

ASSESSORIA DE DIREITOS HUMANOS PRESENTE NA REUNIÃO DO COMITÊ PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL NO SETOR PÚBLICO E ONG'S

        Na tarde do dia 20/07 ocorreu na sala 617 no 6ª andar no Prédio da Sede do Correios na Av Siqueira Campos, 1100, mais uma reunião do Comitê para a Promoção da Igualdade Racial no Setor Público e Ong's. 
      Compareceram na reunião a Coordenadora da COPPIR/RS a Srª  Sandra Maciel, Sr Giovani Talavera da SINDISSERF/RS, Srª Tânia Regina N. Paula do Gabinete do Povo Negro/PMPA, Srª Martina Rodrigues do CNAB-RS e SINDACS-RS, Srª Jeanice Dias Ramos do IGTF, Srª Maria Luiza Rodrigues do Instituto Kizomba, Srª Rejane M Almeida e Angela Rosa do CONCOR/RS e pela Assessoria de Direitos Humanos da Brigada Militar estavam presentes o Ten Cel Franquilin, o Major Humberto e a Sd Luciana Andrade.
      Na reunião após os informes, foi tratado o planejamento do 1º Seminário Afro Empreendedor, que ocorrerá no dia 13/09 no auditório do Quartel General da Brigada Militar, que contará com a presença de autoridades do SEBRAE, SENAC, Banco Nordeste, Banrisul, Badesul, Vonpar e Instituto Feira Preta e com público alvo en torno de oitenta pessoas. 
       A próxima reunião do Comitê ocorrerrá no dia 01/08 ás 14hs, no auditório do Quartel General da Brigada Militar.         




     

sexta-feira, 20 de julho de 2012

PROJETO PEQUENO CINÓFILO - URUGUAIANA

Nesta quinta-feira (19/07), ás 17h30, na sede do 1º BPAF, em Uruguaiana, realizou-se a formatura de conclusão da 2ª Edição do Projeto Pequeno Cinófilo.
O Projeto contou inicialmente com vinte e quatro crianças, mas apenas nove concluíram com aproveitamento e assiduidade as trinta e seis horas/aula, onde o objetivo principal é de proporcionar às crianças e jovens que participaram do Projeto, conhecimentos e habilidades para que possam criar seus animais de forma correta e responsável e serem difusores de conhecimentos para as demais pessoas de seu convívio, agregando durante a realização do curso, um grau de amizade em relação aos policiais militares e a Instituição Brigada Militar, norteando o caminho do bem, reforçado com atitudes de formação do caráter do homem do futuro.
O Projeto foi desenvolvido pelos Policiais Militares Sd. Cabreira, Sd. Vaz, Sd. Dichete e Sd. Temp. Dos Anjos, os quais trabalham diretamente com os cães de policiamento no 1º BPAF e puderam repassar seus conhecimentos aos formandos.
O comandante apóia totalmente os projetos sociais desenvolvidos dentro do 1º BPAF e lembra, que em pouco tempo estará sendo realizada uma nova edição do Projeto Pequeno Cinófilo, visando abranger um número maior de crianças e adolescentes.                                                                                                                       
   

ESCUTA LILÁS

Escuta Lilás  0800 541 0803